REFLEXÃO DA LITURGIA
15 de Maio
REFLEXÃO DO DIA - 15 de Maio
Jesus vida e luz
(encontro com Nicodemos)
Evangelho - João 3,16-21
Na liturgia de hoje, na primeira leitura, os apóstolos são presos por anunciarem o Evangelho, mas durante a noite um anjo do Senhor os liberta e lhes ordena que continuem a pregar no Templo. Ao amanhecer, eles obedecem e retomam a missão, surpreendendo as autoridades que os haviam encarcerado.
Nada pode deter a ação de Deus quando Ele envia seus servos. Mesmo diante da perseguição e das prisões, o Senhor abre caminhos e fortalece os corações para que o anúncio da Boa Nova continue. A fidelidade dos apóstolos nos inspira a confiar que, quando permanecemos firmes na missão, Deus age com poder e nos sustenta.
Em resumo: esta leitura nos ensina que a Palavra de Deus não pode ser aprisionada, e que o Espírito Santo nos dá coragem para testemunhar Cristo, mesmo diante das maiores dificuldades.
No salmo responsorial temos, « O anjo do Senhor vem acampar / ao redor dos que o temem e os salva. / Provai e vede quão suave é o Senhor! / Feliz o homem que tem nele o seu refúgio! »
No Evangelho, Jesus revela o coração do Evangelho: “Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” Ele mostra que a missão de Cristo não é condenar, mas salvar. Contudo, também nos lembra que a fé exige uma escolha: acolher a luz ou permanecer nas trevas.
O amor de Deus é gratuito e universal, mas pede de nós uma resposta de fé e conversão. Crer em Jesus significa abrir-se à luz, deixar que Ele ilumine nossas vidas e transforme nossas atitudes. A condenação não vem de Deus, mas da recusa em acolher a verdade e o amor que Ele nos oferece.
Em resumo: esta leitura nos ensina que a fé em Cristo é caminho de salvação e vida plena, e que viver na luz do Evangelho é deixar-se conduzir pelo amor de Deus, que nunca desiste de nós.
Na certeza que somos conduzidos pelo amor de Cristo, nossa Quarta-feira será cheia de paz e confiança, vivida com serenidade e gratidão, marcada pela força que vem da fé e pela alegria de testemunhar o Evangelho em cada gesto de amor e fraternidade.
